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Wednesday, 27 February 2013

Papagaios de papel podem gerar a energia eólica do futuro


Nos primeiros tempos, os papagaios de papel foram utilizados, na China, como dispositivos de sinalização militar. Mais recentemente eles funcionam como aparelhos de medição atmosférica e, claro, para diversão de adultos e miúdos.
No futuro, de acordo com a empresa NTS e o Instituto de Engenharia e Automação de Estugarda, na Alemanha, eles poderão gerar energia, sendo um concorrente de peso para as tradicionais turbinas eólicas.
Segundo o Click Green, o movimento destes papagaios pode alimentar um gerador, que converteria energia cinética em electricidade e aproveitando assim os ventos fortes a altitudes de até 500 metros.
Os primeiros resultados foram encorajadores: uma simulação mostra que oito papagaios, com uma superfície combinada de até 300 metros quadrados, podem igualar 20 turbinas eólicas tradicionais de 1 GW. Ou seja, 24 papagaios poderiam gerar energia para 30 mil casas.
“Os papagaios voam a uma altitude entre 300 e 500 metros, perfeitamente posicionados para serem atingidos por ventos fortes. Os cabos, com cerca de 700 metros de extensão, ligam-nos a veículos, que rodam num circuito de trilho. Finalmente, um gerador converte a energia cinética dos veículos em electricidade”, explica Joachim Montnacher, engenheiro do instituto.
A tecnologia de controlo e medição fica no veículo. Segundo os autores da ideia, os papagaios têm várias vantagens em relação às turbinas tradicionais: numa altura de 100 metros, os ventos sopram a 15 metros por segundo; e excendem os 20 metros por segundo a 500 metros. Assim, os papagaios não teriam de se preocupar com a inconstância dos ventos.
Segundo dados do instituto alemão, relativos a 2011, a uma altura de 10 metros há apenas 35% de chances de velocidades do vento chegarem a cinco metros por segundo, mas a 500 metros a probabilidade chega a 70%.
Isto faz com que até nas terras baixas haja locais adequados para produzir energia eólica via os papagaios.
Fonte: Green Savers

Tuesday, 12 February 2013

Energia solar mundial gerada em 2012 ultrapassou os 100GW


A capacidade solar global atingiu os 101GW em 2012, reduzindo as emissões de CO2 no sector da energia em 53 milhões de toneladas por ano. A informação foi avançada pela Associação Europeia da Indústria Fotovoltaica (EPIA) que revelou ainda que foram instalados 30GW de novas tecnologias solares.
Os números mostram, contudo, que houve uma mudança no mercado da energia solar global, com uma desaceleração de investimento nos países europeus.
Segundo a Business Green, a quantidade de novas instalações na Europa caiu de quase 23GW em 2011 para 17GW em 2012. Mesmo assim, o continente continua a ser o maior mercado de produção de energia solar, com a Alemanha a instalar 7.6GW de capacidade em 2012.
A China fica em segundo lugar em termos mundiais, com 3.5GW de nova capacidade, enquanto a Itália instalou 3.3GW, os EUA 3.2GW e o Japão 2.5GW. O Reino Unido também atingiu um novo recorde, ao instalar 1.1GW – é a primeira vez que o país adiciona mais de 1GW no prazo de um ano.
“Ninguém poderia ter previsto há 10 anos que veríamos mais de 100GW de capacidade de energia solar fotovoltaica no mundo em 2012”, disse Winfried Hoffmann, presidente da EPIA.
E acrescentou: “A indústria fotovoltaica enfrenta claramente desafios, mas os resultados de 2012 mostram que há um forte mercado global para esta tecnologia. Mesmo em períodos económicos difíceis, e apesar da crescente incerteza de regulação, estamos perto de repetir o ano recorde de 2011.”
Fonte: Green Savers

Thursday, 7 February 2013

Apresentação da NEMOTEK - Gestão Técnica Centralizada, Lda


Depois de termos publicado o artigo "Facturação da energia reactiva em Angola http://angolapowerservices.blogspot.com/2013/02/facturacao-da-energia-reactiva-em-angola.html", vamos de seguida fazer a apresentação da NEMOTEK. Convidamos igualmente as empresas locais e entidades afins a estarem presentes na empresentação formal a ter lugar no Hotel EPIC SANA em Luanda, às 11h30-Sábado dia 09 de Fevereiro 2013. Contactos através do email: bernard.verguet@nemotek.pt
 
A NEMOTEK – Gestão Técnica Centralizada, Lda. foi constituída em 1995 por uma sociedade francesa. Desde então presta serviços de consultoria, projecto e execução de engenharia na área da energia eléctrica, sendo uma empresa vocacionada para soluções energéticas eficientes.

Desde a sua criação tem adquirido vasta experiência e desenvolvido soluções “chave-na-mão” para correcção do factor de potência, regulação do fluxo luminoso, qualidade de energia eléctrica e gestão de cargas críticas (UPS estáticas e dinâmicas).

A Nemotek tem vindo a demarcar a sua posição no ramo de consultoria, não só pela qualidade dos seus projectos, mas também pela capacidade de resposta às solicitações dos clientes.

Compensação do factor de potência

A grande maioria dos equipamentos eléctricos, para além da energia activa, consome também energia reactiva (cargas indutivas). Enquanto a energia activa está associada à produção de trabalho, a energia reactiva serve apenas para alimentar os circuitos magnéticos de certos equipamentos eléctricos (ex: motores, transformadores, iluminação com balastros ferromagnéticos, etc.). Dado que a energia reactiva não produz trabalho e é responsável pela circulação de corrente adicional nos circuitos, torna-se indesejável sobretudo para o distribuidor de energia eléctrica que vê reflectida esta situação no aumento das perdas na rede de distribuição.

Se o consumo de energia reactiva não for gerado internamente na instalação do consumidor, terá que ser fornecida pelo distribuidor de electricidade, onde, segundo o tarifário de venda de energia eléctrica, haverá lugar a um pagamento do consumo desta energia. Esta situação pode facilmente ser evitada pelo cliente se for realizada a compensação do factor de potência. O método mais simples, económico e usual de realizar a compensação do factor de potência consiste na instalação de baterias de condensadores, geradores de energia reactiva.

O cliente ao compensar o factor de potência anula a parcela “Energia reactiva Consumida fora vazio” nas facturas de energia eléctrica, reduzindo desta forma a factura de electricidade. Também se consegue adicionalmente reduzir as perdas internas da rede eléctrica na situação de compensação descentralizada e melhorar a estabilidade da rede interna.

Cliente facturados em energia reactiva

Todos os clientes finais com baixo factor de potência com tarifário em:

- BTE (Baixa Tensão Especial): Pcont ≥ 41,41 kW
- MT (Média Tensão): c/ posto transformação
- AT (Alta Tensão)










Contactos:

Nemotek - Gestão Técnica Centralizada, Lda
Zona Industrial Vale de Canas, Armazém nº1
2560-381 Torres Vedras
Portugal
N: 39.11158º W: -9.25744º

Tel: (+351) 261 323 182
Fax: (+351) 261 325 247
Email: geral@nemotek.pt
Site: www.nemotek.pt

Tuesday, 5 February 2013

Facturação da energia reactiva em Angola

Ouve-se cada vez mais falar da próxima facturação de energia reactiva em Angola, terá alguma informação relativamente a isto? Se realmente vai começar a ser facturada? Em que tipo de abastecimentos? Média Tensão (MT)? Baixa Tensão (BT)? (Ref: http://www.nemotek.pt)

Em 2001 o governo da República de Angola criou o regulamento do fornecimento de energia eléctrica. Esse regulamento foi publicado em diário da república, I série, Nº 23 de 18 de Maio de 2001. Podemos encontrar na Secção II – Forma e periodicidade de facturação de Muito Alta Tensão (MAT), Alta Tensão (AT), Média Tensão (MT), Artigo 71° (Energia eléctrica medida a tensão secundária), primeiro parágrafo, alínea C, a seguinte orientação: A energia reactiva medida será adicionada de uma parcela a 10% da energia activa medida em igual período, correspondente à participação do transformador na circulação de energia reactiva.

Contudo, o documento não faz referência as redes de baixa tensão.

Depois de publicado em diário da república, o Instituto regulador do sector eléctrico, lançou o projecto de regulamento do acesso às redes e as interligações em Dezembro de 2007. A Secção IV-Grandezas a medir, Artigo 56 - Energia reactiva, página 30, apresenta as seguintes orientações e especificações:

1 - A energia reactiva consumida pelo cliente designa-se por indutiva e a fornecida à rede designa-se por capacitiva.

2 - A energia reactiva consumida nas horas fora de vazio do período a que a factura respeita, que exceda a percentagem da energia activa consumida no mesmo período, estabelecida no regulamento de relações comerciais, deve ser objecto de facturação nos termos do Acordo de Acesso às Redes.

3 - A energia reactiva fornecida à rede, durante as horas de vazio, pode ser objecto de facturação.

4 - Para qualquer novo cliente, o distribuidor vinculado só pode proceder à facturação de energia reactiva decorrido um ano após o início da entrega.

Existe ainda o recente regulamento das relações comerciais aprovado e publicado em diário da república, I série, Nº 2 de 5 de Janeiro de 2011. As disposições que envolvam a aplicação do regime de tarifas e preços serão definidos pelo Instituto regulador do sector eléctrico (IRSE), como parte integrante do novo regulamento tarifário. Para mais informações consulte o decreto presidencial:http://www.irse.gov.ao/FrontOffice/generatePdf.aspx?file=45.Presidencial_n2_2011.pdf&filename=Decreto.Presidencial_n2_2011.pdf

Portanto, estão criadas as condições legais para o início da facturação da energia reactiva em Angola. Contudo, o governo ainda não deu início ao sistema de cobrança ou facturarão da energia reactiva. A implementação do novo sistema tarifário está a ser definida pelo IRSE. Abre-se assim mais uma nova fase, rumo ao desenvolvimento qualitativo dos sistemas de distribuição energética em Angola.

A possível participação de empresas como a  Nemotec ( http://www.nemotek.pt ) no sector energético Angolano, contribuiria qualitativamente para o desenvolvimento de projectos de melhoria da qualidade da energia eléctrica a nível industrial, visto que esses são os maiores productores de energia reactiva em Angola. A projecção de crescimento do sector industrial  e o aumento da demanda energética, exigem do governo Angolano um investimento significativo do sistema tarifário.

Espero que as disposições que envolvam a aplicação do regime de tarifas e preços sejam brevemente definidos pelo Instituto regulador do sector eléctrico.

Artigo relacionado: O FACTOR DE POTÊNCIA, SUAS CAUSAS E CONSEQUÊNCIAS -http://angolapowerservices.blogspot.com/2012/11/o-factor-de-potencia-suas-causas-e.html


Referência:

- Regulamento das relações comerciais


-Projecto de regulamento do acesso às redes e às interligações:


- O regulamento do fornecimento de energia eléctrica, publicado em Diário da República, I série, Nº 23 de 18 de Maio de 2001.

Compilado por:
Emméry Macedo
www.angolapowerservices.blogspot.com

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Luanda, Angola
Consultoria e Prestação Serviços powered by Emméry Macedo - Engenheiro Eletrotécnico, BTECH, BEST CUM LAUDE, pela Durban University of Technology (DUT), Galardoado pelo Institute of Professional Engineering Technologists (IPET), Bacharel em Ciências Matemáticas pela Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto de Angola, Professor de Matemática e Física pelo IMNE- Garcia Neto, Professor de Electrόnica de Potência da Universidade Metodista, membro do IET - Institution of Engineering and Technology MIET nº 91651226, membro da Ordem dos Engenheiros de Angola OEA nº 2924, com certificação em ETAP, SKM, HV Switching, SAEP, etc...

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