O programa sobre a importância das novas fontes de energia, denominado “Cientista Ndengue”, foi lançado em Luanda, pelos Ministérios da Energia e Águas e da Educação, em parceria com a Fundação Arte e Cultura.
O programa “Cientista Ndengue” tem o objectivo de educar e incentivar os estudantes dos cursos de electricidade e electrónica a dedicarem-se à investigação no domínio do desenvolvimento das energias renováveis, para que no futuro Angola tenha técnicos preparados.
O lançamento do programa “Cientista Ndengue” decorreu no Instituto Simeone Mucune.
Os estudantes receberam fornos solares que servem para confeccionar refeições, robôs de perfuração e corte, e geradores eólicos.
O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, na sua intervenção, recordou o acidente na central nuclear de Fukushima, no Japão, para mostrar que a energia atómica foi posta em causa e que hoje é cada vez mais importante falar sobre energias renováveis.
“Hoje, já não se consegue conceber o futuro do mundo em que vivemos sem falar de energias renováveis e nós temos ao nosso alcance fontes que podem ser exploradas”.
João Baptista Borges disse que é necessário levar a energia eléctrica a todos os lares, para garantir o bem-estar das pessoas e uma melhor qualidade de vida.
O ministro da Educação, Pinda Simão, felicitou as entidades envolvidas na materialização do programa e disse que as energias renováveis são favoráveis à vida humana, por não serem poluentes, de maior durabilidade e de fácil acesso.
Por isso, frisou, o Ministério da Educação iniciou, há seis anos, um programa de ensino no domínio das energias renováveis, que numa primeira fase foi aplicado nos institutos médios agrários, por estarem instalados fora das grandes cidades.
Os equipamentos movidos a energia solar ou eólica, num total de 600, foram doados pela Fundação Arte e Cultura.
Fonte: Jornal de Angola
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