EXISTIMOS PARA O SERVIR

EXISTIMOS PARA O SERVIR
ERM MACEDO, LDA - NIF 000251999ME035

ADVERT

DEIXE QUE ALGUÉM AQUI, AJUDE-LHE A ENCONTRAR A MELHOR SOLUÇÃO...

SERVIÇOS DE QUALIDADE À BAIXO PREÇO...


Tuesday, 16 May 2017

RECRUTAMENTO - TÉCNICO DE MANUTÊNÇÂO DE REDE DE DISTRIBUIÇÂO ELÉCTRICA.



A ERM Macedo - Comercial é uma empresa jovem formada do primeiro blogue de engenharia de electricidade – Angola Power Services, criado exclusivamente por engenheiros Angolanos.

Somos uma empresa de consultoria e prestação de serviços electro-mecânico. Temos engenheiros, técnicos e mão de obra especializada e comprometida com a segurança e qualidade na prestação de serviços. O nosso core business engloba os seguintes serviços:

Ø  Reparação e Manutenção de Instalações Eléctricas.
Ø  Instalação e Manutenção de Fontes de Tensão Ininterruptas (UPS).
Ø  Investigação e Soluções de Possíveis Curto-Circuitos.
Ø  Revisão e Reparação de Instalações Eléctricas.
Ø  Instalação e Manutenção de Grupo de Geradores Eléctricos.
Ø  Instalação de Sistemas de Transferência Automática.
Ø  Estudos de Fluxo de Cargas, Quedas de Tensão e Curto-Circuito.
Ø  Estudos de Protecção Eléctrica, Coordenação e Selectividade.
Ø  Especificação Técnica e Dimensionamento de Equipamentos.




Com vista a expandir os nossos serviços, estamos a criar uma equipa para a prestação de serviços de manutenção de Rede de Distribuição de Electricidade. Nesta conformidade, estamos a recrutar Técnicos de Manutênção de Rede de Distribuição com o seguinte perfil de conhecimentos e experiência:

Habilitações Literárias: Curso Médio em Electricidade – 12ª Classe ou Formação Profissional Certificada Equivalente

Experiência, Conhecimentos e Habilidades:

- Experiência em manutenção e testes em transformadores Eléctricos, incluindo isolamento, aterramento, continuidade e resistência dielétrica.
-  Experiência em executar obras de manutenção e melhoria na rede eléctrica.
- Experiência de instalação, reparação e terminação de cabos eléctricos
- Experiência em substituição e manutenção de isoladores eléctricos.
- Experiência em escalar torres e postes eléctricos
- Conhecimento de Normas e Regulamento de Segurança.
- Conhecimento de sistemas de aterramento.
- Conhecimento em elaboração, execução e controlo de planos de manutenção.
- Capacidade em desenvolver trabalhos em altura.

Os interessados devem enviar as suas candidaturas, incluindo CV e Certificados para o nosso correio electrónico : angolapowerservices@gmail.com 












ERM Macedo – Comercial
Viana, Luanda-Sul (Projecto Morar)
QG-4, No. 21
Tel:+244 925 213080 / 928 616640

Luanda-Angola

Wednesday, 12 April 2017

E SE ANTES DE LAÚCA CONSTRUÍSSEMOS UMA INGULA?

E tudo começou por causa de uma discussão sobre os constantes cortes de energia eléctrica, devido ao enchimento da albufeira da barragem hidroeléctrica de Laúca. Durante a discussão defendíamos que esse problema podia ser minimizado se tivéssemos em Angola a Ingula.

O que é a Ingula? Ingula é o nome da Maior Central Hidroeléctrica de Armazenamento Bombeado Sul Africana, recentemente inaugurada pelo Presidente Jacob Zuma, para ajudar a resolver o problema da demanda energética excessiva durante os períodos de pico ou seja de maior consumo de energia eléctrica. 

A central de Ingula produz uma potência de 1.332 Megawatts (MW) e serve para injectar uma potência adicional a rede Sul-Africana durante o período de maior demanda energética. Construída desde 2005 com um orçamento de USD 3.5 biliões de dólares, a barragem de Ingula permite hoje a estabilidade do fornecimento de energia na região de Kwazulu-Natal e Free State.



E como é que uma Ingula iria ajudar-nos nesse momento? Ora bem, vamos então entender como funciona uma barragem hidroeléctrica de armazenamento bombeado.

Uma barragem de armazenamento bombeado tem dois reservatórios:

Reservatório superior - como uma barragem hidroeléctrica convencional, uma barreira cria o reservatório. A água neste reservatório passa pela barragem hidroeléctrica e gera a electricidade;

Reservatório inferior - a água que sai da barragem hidroeléctrica superior é armazenada em um reservatório inferior em vez de voltar para o rio;

Utilizando uma turbina reversível, a barragem pode bombear a água de volta para o reservatório superior. Isto é feito normalmente nos horários fora do pico energético ou seja no período de menor consumo de energia eléctrica. Em resumo, o segundo reservatório preenche o reservatório superior. Ao bombear a água de volta para o reservatório superior, a barragem tem mais água para gerar electricidade durante os horários de pico de forma cíclica.

Neste caso, a barragem consome energia eléctrica da linha de transmissão, durante o período de menos consumo energético, para encher a reservatório superior funcionando de forma reversível.



Um outro exemplo semelhante a Ingula é a central hidroeléctrica reversível de Bath Country - A maior central hidroeléctrica reversível do Mundo. Com uma potência total superior a 2.700 MW desde a sua modernização, Bath County mais uma vez se tornou na usina hidroeléctrica reversível mais potente do mundo. Durante quase 20 anos, a barragem hidroeléctrica reversível de Bath County, no estado da Virgínia, nos EUA, foi a maior usina de sua categoria ajudando a manter a resposta a demanda energética.



Mas como é que a barragem como a Ingula iria nos ajudar nesse momento se todas as barragens estão localizadas ao longo do mesmo rio – O rio Kwanza? Uma central hidroeléctrica reversível pode ser construída num ramal adjacente ao rio, onde a água é somente desviada para o enchimento dos dois reservatórios, sem impedimento ao fluxo normal do rio.

Se tivéssemos uma Ingula, teríamos a vantagem de utilizar a mesma para dar resposta a demanda energética actual, sem no entanto condicionar significativamente o enchimento da barragem de Laúca. Com uma Ingula podíamos usar a mesma água para produzir energia durante 10 horas sem prejudicar o enchimento da albufeira de Laúca.

A quantidade de água usada para gerar a energia podia de forma cíclica ser bombeada para o reservatório superior respondendo assim a próxima demanda energética.


Contudo, depois de Laúca. teremos a construção da barragem hidroeléctrica de Caculo-Cabaça. Será que também passaremos pelos mesmos problemas durante o enchimento da sua albufeira?  Espero que não… 

Continuamos a espera da nossa Ingula para dar resposta a demanda energética, que continua a aumentar com o desenvolvimento de Angola.

Hoje a África do Sul já conta com duas Barragens Hidroeléctrica de Armazenamento Bombeado - Ingula (1.332 MW) e Drakensberg (1.000 MW)



Compilado por:

Emméry Macedo
Eng. Electrotécnico - MIET
Angola Power Services

Ref: Eskom, SA

Tuesday, 6 December 2016

Albufeira da barragem de Laúca começa a receber água em Fevereiro de 2017

A albufeira do aproveitamento hidroeléctrico de Laúca começa a receber água a partir de Fevereiro de 2017, processo que vai demorar 120 dias até atingir a altura mínima para permitir o início da produção de energia eléctrica, afirmou o director do projecto.

Elias Estevão disse ao Jornal de Angola que decorre actualmente a instalação das linhas de transporte de energia que vão ligar Laúca à barragem de Capanda, cujas obras ficam concluídas no final deste mês e acrescentou que vão ser ainda construídas as linhas de transporte de energia de Laúca/Cambambe, Laúca/Cacuso/Calandula e Malanje.

A barragem de Laúca, que é considerada o maior projecto de engenharia civil e mecânica de Angola, está localizada a 47 quilómetros do Aproveitamento Hidroeléctrico de Capanda, situada em Malanje e a 400 quilómetros de Luanda.

Com um investimento de cinco mil milhões de dólares, envolvendo a construção, produção, fornecimento e colocação em serviço do sistema de transporte de energia, o empreendimento hidroeléctrico de Laúca é a terceira barragem em construção no leito do rio Cuanza, depois de Cambambe e Capanda e a segunda maior em construção no continente africano.

A barragem tem uma altura de mais de 100 metros, o equivalente a um edifício de 44 andares, e ocupa uma área de 24 mil hectares, albufeira incluída.

A entrada em funcionamento da central principal, a partir do primeiro semestre do próximo ano, vai beneficiar mais de cinco milhões de pessoas das regiões norte, centro e sul de Angola.
O projecto surgiu a partir de um estudo de inventário realizado na década de 1950, solicitado pela então empresa pública Sociedade Nacional de Estudo e Financiamento de Empreendimentos Ultramarinos (Sonefe) à empresa Hydrotechnic Corporation (USA), que foi retomado em 2008, com a realização dos estudos de viabilidade solicitados pelo governo angolano ao grupo brasileiro Odebrecht.

As obras para o desvio do rio compreenderam a escavação de dois túneis na margem direita do Cuanza, de 14 metros e meio de diâmetro, e duraram 20 meses e a segunda fase do projecto incluiu a construção da obra principal, a central principal e central ecológica e a terceira fase inclui a componente electromecânica e de linhas de transporte.


Fonte: Jornal de Angola

Thursday, 28 July 2016

GERADORES A BOM PREÇO - 410kVA

TEMOS VÁRIOS GERADORES DISPONÍVEIS: 6 - 14 MILHÕES DE KWANZAS



Temos disponíveis vários geradores de 410kVA, com poucas horas de serviço. Acabamos de fazer os testes sem carga e todas as manutenções preventivas. Temos igualmente todos os acessórios e peças de reposição para 2 anos de manutenção.

ERM Macedo - Comercial 
Viana, Luanda-Sul (Projecto Morar)
QG-4, No. 21
Tel:+244 925 213080 / 928 616640
email:angolapowerservices@gmail.com
Luanda-Angola

Tuesday, 12 July 2016

Angola vai produzir energia hidrocinética


Angola vai em breve passar a produzir energia hidrocinética, fruto de um acordo celebrado ontem, em Luanda, entre o Ministério da Energia e Águas e o grupo Privinvest, com sede no Médio Oriente. De acordo com uma nota do Ministério da Energia e Águas, distribuída ontem, a cerimónia protocolar de assinatura contou com a presença do ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, assim como representantes do grupo Privinvest, líder na geração de energia hidrocinética.

O memorando resulta do Decreto Presidencial de 3 de Junho de 2016, rubricado no âmbito do Plano de Segurança Energética 2025 de Angola, no qual o país declarou o seu propósito de atingir 9.000 Megawatts de produção de energia até 2025, com destaque para a geração de energia hidrocinética.

Nos termos do acordo, a Empresa Pública de Produção de Electricidade (Prodel) e a Privinvest comprometem-se em criar uma empresa conjunta em Angola, responsável no fabrico e operação de parques hidrocinéticos em Angola, sendo que a carga de trabalho é dividida entre Angola e França.
A Prodel acordou comprar toda a produção eléctrica do empreendimento a ser instalado em Angola. Com isso, espera-se que as operações sejam iniciadas com o comissionamento de três locais de teste, que vão ter uma produção combinada prevista de 12 Megawatts, prevendo-se que o primeiro local esteja ligado à rede em 2017. A Palomar Capital Advisers, agrupada da Privinvest, foi mandatada pelo Governo de Angola para estruturar o financiamento do projecto, que é garantido pelo Estado angolano.

O ministro da Energia e Águas, João Baptista Borges, afirmou que Angola é um dos países do mundo com maior potencial hídrico por explorar, acrescentando que os seus abundantes cursos de água permitem hoje, com a adopção de tecnologias acessíveis, projectar a electrificação a custos reduzidos e atingir as áreas rurais em toda sua extensão. “A iniciativa de celebração do acordo com o Grupo Privinvest, para a construção de turbinas hidrocinéticas e montagem de parques electroprodutores, alinha com a estratégia do Governo angolano, que pretende garantir o acesso à electricidade a mais de 14 milhões de angolanos até 2025”, disse o ministro. 

O ministro manifestou a sua confiança nos acordos e na capacidade e experiência dos parceiros para se transformar Angola numa referência mundial, enquanto promotor de soluções de energias limpas e acessíveis.

Para Pierre Balmer, presidente da CMN, uma das empresas afectas ao grupo Privinvest, a celebração deste acordo representa o reconhecimento do trabalho feito nessa área. “Estamos encantados pelo facto de a comprovada experiência de fabrico da CMN assumir a liderança neste importante empreendimento”, disse.

A turbina hidrocinética é um modelo alternativo de geração de energia que utiliza somente a correnteza dos rios, sem a necessidade de construção de barragem e formação de lago.






Fonte: Angop
My photo
Luanda, Viana, Angola
Consultoria e Prestação Serviços powered by Emméry Macedo - Engenheiro Eletrotécnico, BTECH, BEST CUM LAUDE, pela Durban University of Technology (DUT), Galardoado pelo Institute of Professional Engineering Technologists (IPET), Pos-Graduado em Gestão de Projectos pela Universidade de Liverpool; Bacharel em Ciências Matemáticas pela Faculdade de Ciências da Universidade Agostinho Neto de Angola, Professor de Matemática e Física pelo IMNE- Garcia Neto, Professor de Electrόnica de Potência da Universidade Metodista, membro do IET - Institution of Engineering and Technology MIET nº 91651226, membro da Ordem dos Engenheiros de Angola OEA nº 2924, com certificação em ETAP, SKM, HV Switching, SAEP, etc...

Consultoria num click....